
A vida do cineasta por trás das câmeras é abordada em trabalho de comunicação audiovisual
Na programação do Intercom Junior, dentro da categoria de comunicação audiovisual, a aluna da Universidade do Vale do Rio Sinos (UNISINOS), Thaís Zimmer Martins, abordou a temática “Charles Chaplin, por trás das câmeras: O outro lado do cineasta”. O trabalho apresentado no segundo dia do XII Intercom Sul, tem como objetivo mostrar a vida do ator por trás do personagem Carlitos.
Segundo Thais Martins, todos conhecem sua caracterização, mas poucos sabem quem verdadeiramente foi Charles Chaplin. “Nascido para o teatro, cinema e geneabilidade”, é assim que a aluna o descreve. Os pais de Chaplin, já trabalhavam no contexto artístico, o que favoreceu o interesse de Charles desde muito jovem, que apesar de uma infância difícil tanto emocionalmente como financeiramente, não desistiu da carreira e aos 14 anos procurou um agente teatral.
Chaplin trabalhou no teatro até seus 24 anos, depois foi convidado para o cinema.
O ator tinha muita dificuldade, já que não sabia ler e precisava de seu irmão para ajudá-lo com as falas. Entre as gravações, Charles pega uma bengala, faz seu bigodinho e começa a brincar com a caracterização, o que desperta fissura para o produtor que dá início ao Carlitos, o famoso “vagabundo” que fez sucesso no mundo todo.
Em 1917, Chaplin já havia atuado em 27 filmes e em 1921 com a película “O garoto”, o ator inova a comédia da época colocando sentimentos meio ao riso. Segundo ela, solidão, melancolia, timidez e tristeza são características que definem a personalidade do ator.
Thais ainda explica porque escolheu esse tema. “Gosto do Chaplin desde meus 12 anos de idade, estava lendo a biografia dele e por isso resolvi mostrar este outro lado”.
No final da apresentação Thais Martins, compara Chaplin ao ditador Hitler, juntando os fatos de que ambos nasceram no mesmo ano, tiveram uma infância pobre, eram apaixonados pelo cinema e conquistaram o mundo “Seja pelo riso ou pela destruição”, afirma à universitária.
A aluna encerra a apresentação afirmando que Chaplin apesar de todas suas dificuldades nunca deixou seus valores e sempre impôs suas vontades.
Reportagem: Bruna Pellegrini
Edição: Rafaela Pantarotto e Giovana Chiquim
Coordenação: Giovana Chiquim
O ator tinha muita dificuldade, já que não sabia ler e precisava de seu irmão para ajudá-lo com as falas. Entre as gravações, Charles pega uma bengala, faz seu bigodinho e começa a brincar com a caracterização, o que desperta fissura para o produtor que dá início ao Carlitos, o famoso “vagabundo” que fez sucesso no mundo todo.
Em 1917, Chaplin já havia atuado em 27 filmes e em 1921 com a película “O garoto”, o ator inova a comédia da época colocando sentimentos meio ao riso. Segundo ela, solidão, melancolia, timidez e tristeza são características que definem a personalidade do ator.
Thais ainda explica porque escolheu esse tema. “Gosto do Chaplin desde meus 12 anos de idade, estava lendo a biografia dele e por isso resolvi mostrar este outro lado”.
No final da apresentação Thais Martins, compara Chaplin ao ditador Hitler, juntando os fatos de que ambos nasceram no mesmo ano, tiveram uma infância pobre, eram apaixonados pelo cinema e conquistaram o mundo “Seja pelo riso ou pela destruição”, afirma à universitária.
A aluna encerra a apresentação afirmando que Chaplin apesar de todas suas dificuldades nunca deixou seus valores e sempre impôs suas vontades.
Reportagem: Bruna Pellegrini
Edição: Rafaela Pantarotto e Giovana Chiquim
Coordenação: Giovana Chiquim
Ai, nem sabia que ia sair no site! Ficou muito boa a matéria. Obrigada, gurias.
ResponderExcluir